Na Roadshow EU os seus artigos são avaliados de imediato e pagos na hora em dinheiro.
A empresa londrina Roadshow EU está de volta à Madeira e lança nova proposta aos madeirenses que têm jóias que já não usam: “As pessoas muitas vezes esquecem-se do valor das jóias que compraram ou herdaram há anos”. Morne Botes, o director, convida-o a abrir os seus guarda-jóias para avaliar os seus conteúdos, sublinhando que “devido ao preço do registo do ouro, esta é uma época muito boa para vender”.
Depois de dez visitas bem sucedidas, a Roadshow EU está novamente na cidade do Funchal. Disposta a avaliar e comprar todas as jóias e relógios cobráveis, esta equipa de profissionais recebê-lo-á, dias 23, 24 e 25 de Junho, na sua nova casa, no Hotel Tivoli Madeira, localizado à Rua Simplício Passos Gouveia, 29. Os potenciais clientes poderão esperar numa atmosfera calma no hotel, quase como velhos amigos que se encontram para o café. Morne Botes distingue o seu método de avaliação daquele que é muitas vezes aplicado por lojas e penhoristas – a Roadshow EU não coloca somente valores em escala, fazendo-lhe corresponder um preço de compra: “Como coleccionadores que somos, procuramos sempre artigos especiais e antigos. Muitas vezes chegamos a pagar 2 ou 3 vezes mais sobre o preço do ouro”.
A empresa demonstra um interesse particular por relógios anteriores à época de 1970, acrescentando que “os Rolex, Ômega, Heuer e Breitling são especiais para nós. “Também avaliamos diamantes, e oferecemos os melhores preços pelos diamantes acima de 2 quilates”. A Roadshow EU é uma alternativa fácil aos conhecidos leilões, que cobram altas comissões. Enquanto que nos leilões os clientes têm de assumir encargos, inclusivamente se os seus bens não forem vendidos, na Roadshow EU os seus artigos são avaliados de imediato e pagos na hora em dinheiro, garante o director Morne Botes. A empresa incentiva assim, os interessados, e oferece a cada potencial cliente uma avaliação que conjuga o seu valor com o seu contexto histórico. Curiosamente, Morne Botes enquadra a actual procura num panorama equilibrado: “Não notámos diferenças no número ou tipo de pessoas que nos visitam desde o início da crise; verificámos, sim, que somos visitados tanto por pessoas da classe média, como por pessoas de uma classe superior, que não precisam do dinheiro, mas que, tendo artigos de valor que não usam, preferem vendê-los e usar o dinheiro em algo mais útil às suas necessidades, a guardá-los em gavetas ou cofres, ou ter mesmo que pagar o respectivo seguro anual.”
Segundo Morne Botes, 95% das pessoas que visitam a Roadshow EU para avaliar os seus artigos, acabam por vender. O proprietário não hesita em atribuir este facto impressionante às tarifas que a sua empresa é capaz de oferecer. Com sete anos de experiência, a equipa avalia o mercado e oferece aos clientes os preços mais altos. Para prevenir eventuais fraudes, todos os vendedores terão necessariamente de mostrar a sua identidade. São também asseguradas a segurança e privacidade de cada cliente. Sediada em Londres, a companhia dispõem sempre de um tradutor para ajudar na comunicação. A Roadshow EU assume-se como empresa familiar, cujos lucros anuais revertem em 10% para acções de cariz solidário.
“Não temos dúvida: a elevada cotação do ouro faz desta uma época muito boa para vender ”.